Bem em vésperas da comemoração dos 100 anos da república, há claramente uma notoriedade oferecida aos Monárquicos, a chamada contra-resposta. A meu ver este grupo de pessoas é subestimado por alguns. Se bem que se formos contar o número de Monárquicos convictos e o número de republicanos convictos os números não apresentarão grande diferença. E porquê? Porque há uma atitude passiva da sociedade portuguesa face a este tema. Estas pessoas limitam-se a aceitar que meia dúzia de maçons, assassinos, e comensais determinem o regime que governará este país nas gerações vindouras. O resultado está à vista. O presidente é uma figura passiva, que não contribui para qualquer tipo de união nacional, os senhores presidentes representam um partido, não representam Portugal e os portugueses. Vejamos que nem estes governantes decidem de acordo com as suas convicções devido condicionamentos eleitorais, exemplo máximo disso é aprovação do casamento homossexual por parte do actual Presidente da República. 100 anos de igualdade, fraternidade, e liberdade? Não. Mais de 40 desses 100 anos foram vividos em ditadura, os restantes repartem-se entre a anarquia que foi a 1ª República, e a democracia bebé em que vivemos desde 74. Viva a República!
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