Primeiro decaíamos, de ano para ano, suavemente como quem tem morte marcada e assim se resigna com o inevitável destino. Antes dessa morte, alguém achou que a solução era matar o rei, assim o fez, acabando ele próprio morto. Depois veio a agitação, os tiros, a pobreza, a desordem, o caos. Mudou-se a bandeira, modelo de todas as repúblicas africanas, mudou-se o hino, mudou-se o governante, matou-se os opositores. No meio desta algazarra social, emergiu um professor de Coimbra. Domou o país, como Portugal o reclamava. Homem de excepção. Portugal tem sorte em ser governado por tal individualidade.
Dizia um qualquer português em 1940


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